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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

No momento na linha do tempo para desenterrar o Generalíssimo Franco, Hitler, Rei Joaquim....




Isso é da página Do Fundo do Baú mas só não entendo uma coisa: Será que não sabem que a palavra baú dá calafrio nas pessoas, quando será que as pessoas vão entender que as palavras provocam o que elas simbolizam: Baú é caixão ou morte. Pq não usam a palavra Túnel no lugar de baú. Ah, no momento estou na linha do tempo, aqui, e vim desenterrar o Generalísismo Franco ele está enterrado aqui, acabei de ver isso numa revelação de sonho, ajude-me a desenterrar o GF

sexta-feira, 29 de março de 2013

spinLeaks



13 este é o versículo 13 deste mensário
E note que o calendário foi alterado, não os dias, mas os nomes dos meses
Coro: qual o motivo da mudança
Castro Alves: é que, dormindo, Idéia sonhou que estava escrevendo este e-mail
E no espaço do assunto estava escrito "saturno" ao invés de "urano"
E por isso foi feita a mudança
Coro: como Idéia se sente no momento?
Castro Alves: está ótimo. Não está a fim de falar. Está curtindo o tempo
E agora sabe que tem até o dia 73 de saturno ou 13 de agosto para encerrar esta obra
E já não se sente mais obrigado

Spinleaks



 

hoje bebo toda a água do amazonas pelo naryz>>assym como entra em meuss poros a
energia do sol>>parece que o tempo pára no amo>>e amo muyto>> mays do que
gostar>>gosto>>sempri tivi jose carlos lima como uma pessoa do bem>>rarydade
hoje>>>>>>>>>>>>>>>>sempre recordo dele com suas cabaças e uma camera de vydeo sony
filmando a janela>>>>>> e um pequenissimomundo>>>>>recordo dos receituarios e
diagnosticos  médicos que compartilhava comigo e nossas longas conversdas sobre o
amor e homens>>>>>>estou mais uma vez contactando com jose carlos lima na esperança
de que não seja a ultima vez>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>

eu tambem já me escondi do josé carlos lima pelas ruas de goiania por timidez
exklusivamnete>>>>>>>por falta do que dizer>>>>>>>>>>>>falavamos de eztetika e
perfor/mances>>>>>>>>>>>trabalhos a serem realizados(>>>)>>>>>>> jose carlos lima
me daria um calendario e não deu(>>>)>>>>>>>>>eu farei um trabalho>>>proximo>>>>em
honra de jose carlos lima>>>>>>artista que beijou a face da morte e
vomitou>>>>>artista que os olhos segaram-ce para obaluaiê

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

O STF e o exercício do poder absoluto

Neste julgamento de exceção o garantismo virou letra morta. Senão vejamos: Gilmar Mendes, ministro garantista, fez uso do garantismo para soltar o banqueiro Daniel Dantas duas vezes em 48 horas, sob a alegação de garantias individuais do réu haviam sido desrespeitas. Por outro lado, o mesmo ministro deixou de ser garantista no julgamento do "mensalão". Muito elástico portanto o garantismo, o que termina valendo mesmo são os interesses de classe, a imposição da mídia, a vontade da Casa Grande. O não garantismo de Barbosa levou-o a ignorar as provas e alegações da defesa e até  a puxar uma soneca no momento em que advogados de defesa do réus se manifestavam. Esse comportamento de Barbosa seria inaceitável no julgmamento do mensalão tucano ou DEM, bem como no da esposa do Noblat(Globo), acusada de desviar 30 milhões de reais do INCRA, eles se garantem, eles se merecem.

Honorè Daumier, morto em 1879. Obra satírica: Le gens de Justice





















Luiz Gonzaga Belluzzo
Política e mídia
A lei promulgada pelo regime nazista em 1935 prescrevia que era “digno de punição qualquer crime definido como tal pelo ‘saudável sentimento’ popular’”. No Mein Kampf, Adolph Hitler proclamava que a finalidade do Estado é preservar e promover uma comunidade fundada na igualdade física e psíquica de seus membros


A Falta do Contraditório e os Regimes de Exceção
















Estado de exceção 
Herbert Marcuse escreveu o ensaio O Estado e o Indivíduo no Nacional-Socialismo. Ele considerava a ordem liberal um grande avanço da humanidade. Sua emergência na história submeteu o exercício da soberania e do poder ao constrangimento da lei impessoal e abstrata. Mas Marcuse também procurou demonstrar que a ameaça do totalitarismo está sempre presente nos subterrâneos da sociedade moderna. Para ele, é permanente o risco de derrocada do Estado de Direito: os interesses de grupos privados, em competição desenfreada, tentam se apoderar diretamente do Estado, suprimindo a sua independência formal em relação à sociedade civil.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Fwd: fragmentos de Idéia - 12 a 25


Mensagem original
De: jose carlos lima < jose.carlos.lima@hotmail.com >
Para: edson_barrus@ig.com.br
Cópia: pelucia2001@bol.com.br
Assunto: Versículos de Idéia - 12 a 25
Enviada: 14/12/2005 11:48

12 Mãe,
Tenho a alma num estado de rapidez ideativa tão intenso que preciso fazer da
minha atenção um caderno de apontamentos, e, ainda assim, tantas são as
folhas que tenho a encher que algumas se perdem, por elas serem tantas, e
outras se não podem ler depois, por com mais que muita pressa escritas. As
ideias que perco causam-me uma tortura imensa, sobrevivem-se nessa tortura
escuramente outras.
.
.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Relato de sonho

Nesta noite sonhei que Ney Matogrosso estava se apresentando num show

Ele estava usando uma calça bem larga, com umas 3 ou 4 listras horizontais de cor vermelha
O tecido era cinza e havia um bolso bem grande na altura do joelho

Ele dançava mas não num raio muito grande, ou seja, quase em rotação ao redor de si mesmo
Em anexo, um esboço do desenho do sonho desta noite

Homenagem a João Pedro Stedile: efeitos de uma vaia paradoxalmente consagradora

João Pedro Stedile

A oposição que os latifundiários do país movem contra tudo o que possa afetar seus privilégios, acomodada historicamente fortemente na bancada ruralista do Congresso Nacional, não podia aceitar uma honraria como essa, que reconhece na pessoa do João Pedro tudo aquilo que serve de resposta e contestação à concentração desumana da propriedade da terra, por eles promovida, a um produtivismo que não se importa de matá-la, à sujeição estúpida desse bem de vida, reduzido à simples mercadoria, cujos frutos devem ser abortados se não derem bom lucro, ainda que isso custe a fome de milhões. O artigo é de Antonio Cechin e Jacques Távora Alfonsin.


"Nos porões da tortura" ganha prêmio

Eu não poderia deixar de guardar isso aqui

 Por Altamiro Borges, em seu blog







Foram anunciados ontem os vencedores do 27ª edição do Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo. Rodrigo Vianna, a equipe de produtores – Luiz Malavolta, Tony Chastinet e Pedro T – e a editora Angela Canguçu ganharam o prêmio “Verdade, Justiça e Transparência”, pela série de reportagens “Nos porões da ditadura”, veiculada na TV Record. Um prêmio justo e merecido.
FONTE: http://altamiroborges.blogspot.com/2010/12/nos-poroes-da-tortura-ganha-premio.html

Jobim: nos tempos de Jango?

Pesquei isso aqui no blog do Altamiro Borges

Reproduzo artigo de Gilson Caroni Filho, publicado no sítio Carta Maior:

O professor Boaventura de Souza Santos, da Universidade de Coimbra, escreveu, há 11 anos, que: “uma parte do que de importante ocorre no mundo é em segredo e em silêncio, fora do alcance dos cidadãos. E o dilema para a democracia daqui resultante é que os segredos só podem ser conhecidos a posteriori, depois de deixarem de ser, depois de produzirem fatos consumados que escaparam ao controle democrático”.

Referia-se ele, na época, ao Acordo Multilateral de Investimentos (AMI), que vinha sendo negociado na surdina, entre os países desenvolvidos da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico), por iniciativa dos Estados Unidos e da União Européia, com cinco países observadores, entre eles o Brasil de FHC. Tratava-se de uma carta magna das corporações transnacionais que não deixava aos países da periferia qualquer margem de soberania.

Graças ao vazamento do site Wikileaks, organização que confirma o surgimento de uma nova esfera informativa mundial, os fatos e manobras que permaneciam ocultos, na lúcida observação de Boaventura, se tornaram de conhecimento público, expondo, no caso brasileiro, o tamanho da queda que nos querem impor, ou a que estamos sujeitos.

Os telegramas de Clifford Sobel, ex-embaixador dos EUA no Brasil, dando conta dos serviços prestados pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, a um país estrangeiro são emblemáticos. A presença de Jobim no futuro governo pode ter se tornado inviável. Mais do que nunca é importante lembrar a existência de uma relação íntima entre a intensidade da ameaça e a firmeza da resposta. Não há justificativa plausível, nem mesmo na lógica de uma estreita Realpolitik, para a continuação de Jobim à frente da pasta da Defesa. Um pequeno histórico se faz necessário quando mentalidades mórbidas voltam a atacar a soberania nacional, como se fosse praga e empecilho a ser removido.

Ao se abrirem os anos 1960, a diplomacia brasileira, refletindo tanto as novas realidades internacionais quanto a correlação interna das forças sociopolíticas, desenvolveu os seus primeiros esforços no sentido de divorciar-se do caduco alinhamento incondicional ao imperialismo, herança dos tempos da Guerra Fria. Foram dados, então, os passos do que, à época, ficou conhecido como “política externa independente”

O golpe de 1964 interrompeu esse processo. O regime emergente de 1º de abril, medularmente comprometido com o imperialismo estadunidense, acoplou à repressão no interior (“segurança nacional”) o reacionarismo na política externa (fronteiras ideológicas). O posicionamento internacional daí resultante só poderia ter sido aquilo que que sabemos: a subserviência mais lamentável aos desígnios do Império – de que permanece, como triste exemplo, a nossa intervenção na República Dominicana, no bojo da sinistra “Força Interamericana de Paz”.

Pouco a pouco, todavia, este posicionamento – lesivo à verdadeira soberania nacional, aviltante para uma república soberana – foi sendo ultrapassado pela realidade da vida. Entre as complicações de um mundo cada vez menos definível segundo o maniqueísmo dos “blocos” e as contradições do desenvolvimento das forças produtivas no país, a concepção das “fronteiras ideológicas” passou, de fato, à categoria de figura de retórica. Especialmente a partir dos primeiros anos da década de 70, os governos militares foram compelidos a descolar-se do jogo internacional do imperialismo.

E sempre que o fizeram, conflitando com sua política interna e com seu próprio discurso global, marcaram posições progressistas que lhes valeram significativos créditos entre a comunidade das nações. Basta pensar na postura brasileira em face da luta de libertação dos povos africanos, diante da Organização para Libertação da Palestina (OLP) e em relação às Malvinas.

A importância deste descolamento, conduzido consequentemente após a redemocratização, configurou o perfil que as forças democráticas reclamam para o Brasil: o de um país independente, com uma posição internacional e soberana e autônoma. Este cenário, evidentemente, é função da situação nacional. Somente um regime democrático, como o que temos hoje, assentado na mais ampla participação popular, pode aprofundar as tendências progressistas de nossa política externa. Vale dizer: a luta pela reorganização democrática da sociedade continua sendo conjugada à luta para sistematizar uma inserção internacional que corresponda aos interesses da maioria do nosso povo.

No limiar do futuro, a sociedade brasileira aparenta ser prisioneira do seu passado que, por ainda não ter sido dominado, ameaça se voltar contra ela. Pois é na hora do vôo livre para uma área ainda por construir, porém promissora, que a vontade não pode se distrair na desconfiança de que, mais uma vez, reiteramos antigos erros.

Quando disse ao diplomata americano que o ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Samuel Pinheiro Guimarães, “odeia os Estados Unidos e trabalha para criar problemas na relação entre Brasília e Washington”, Nelson Jobim se afigurou como triste personagem de uma geopolítica de vice-reinado.

Por aí, estaríamos condenados a viver em um território estranho à dialética, oscilando mecanicamente entre velhas sístoles e diástoles, vítimas de uma conspiração da nossa própria história. Cabe à presidente eleita avaliar se vale a pena apostar no atual ministro da Defesa. Por seu desempenho nos últimos anos e pelas confidências reveladas pelo site, Jobim está empenhado em uma aventura que lhe permita tomar o passado de assalto, obrigando o país a viver uma vida que não é a sua, como se fosse a única possível. Seria Jango o seu alvo?

FONTE: http://altamiroborges.blogspot.com/2010/12/jobim-nos-tempos-de-jango.html

domingo, 20 de junho de 2010

Raio X da migração: os judeus

Acordei de madrugada, postei alguma coisa sobre o assunto imigrantes judeus no Brasil, em seguida adormeci e sonhei com bastantes coisas sobre o assunto,
Esqueci-me de todos os sonhos
Ah, no momento lembrei-me que no último sonho apareceu uma pessoa que foi meu professor de Arte Contemporânea, o Carlos Sena Passos
No sonho eu dizia a ele que tinha jogado fora meus escritos por falta de espaço e que ainda restava alguma coisa, no que ele sugeriu que eu trabalhasse com o que restou, quando falou-me uns nome estranho, não me lembro, mas o significado era emendar uma coisa com outra
Me lembro que nos dos vídeos sobre judeus no Brasil aparecia um pássaro
Agora tenho ir, vou deixar isso com lembrete, para pesquisar depois, quem anda de carona tem vontade própria, meu irmão está passando aqui agora para me levar para Anápolis, meus pais estão lá
Lembretes:
pesquisar com as palavras do sonho desta noite
pássaro judeu
http://imprimis.arteblog.com.br/22/

http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&source=hp&q=%22p%C3%A1ssaro+judeu%22&rlz=1R2SKPB_pt-BRBR379&aq=f&aqi=&aql=&oq=&gs_rfai=

Isso também

http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&source=hp&q=carlos+sena+judeus+&aq=f&aqi=&aql=&oq=&gs_rfai=&rlz=1R2SKPB_pt-BRBR379

Raízes Hebraicas - Nome de Algumas Famílias Brasileira - Descentes de Judeus
Postado por Licinio Silva Louzada

Ao longo de 1992 importantes trabalhos em torno da Inquisição e do marranismo foram publicados no Brasil. Um deles é Raízes Judaicas no Brasil, de Flávio Mendes Carvalho. Este livro apresenta os nomes dos marranos vitimados pela inquisição inquisitorial em Portugal ou no Brasil, e oferece os detalhes possíveis sobre o acusado, como profissão, filiação, acusação, idade, pena e ano da sentença.

De maior interesse para o presente estudo é listar os sobrenomes destes marranos acusados do crime de judaísmo entre os séculos XVI e XVIII:

Abreu, Abrunhosa, Affonseca, Affonso,Aguiar,Ayres,Alam,Alhertú, Albuquerque, AlÍaro, Almeida, Alonso, Alvade, Alvarado, Alvarenga, Alvares, Aivarez, Anelos, Alveres, Alves, Aivim, Alvorada, Alvres, Amado, Amaral, Andrada, Andrade, Anta, Antônio, Antunes, Arailjo, Arrahaça,Arroyo, Arroja, Aspalhão, Assumpção, Athayde, Avila, Avis,
Azeda, Azeitado, Azeredo, Azevedo.

Bacelar, Balão, Baihoa, Balíeyro, Balteiro, Bandes, Baptista, Barata, Barbalha, Barhosa, Barhoza, Bareda, Barrajas, Barreira, Barreta, Barreto, Barros, Bastos, Bautista, Beirão, Belinque, Belmonte, Bello, Bentes, Bernal, Bernardes, Bezerra, Bicudo, Bispo, Bivar, Bocarro, Boned, Bonsucosso, Borges, Borralho, Botelho, Bragança, Brandão, Bravo, Brites, Brito, Brum, Bueno, Bulhão.

Cahaço, Cahral, Cahreíra, Cáceres, Caetano, Calassa, Caldas, Caldeira, Caldeyrão, Callado, Camacho, Câmara, Camejo, Caminha, Campo, Campos, Candeas, Capote, Cárceres, Cardoso, Cardozo, Carlos, Carneiro, Carrança, Carnide, Carreira, Carrilho, Carrollo, Carvalho, Casado, Casqueiro, Cásseres, Castanheda, Castanho, Castelo, Castelo Branco, Castelhano, Castilho, Castro, Cazado, Cazales, Ceya, Cespedes, Chacla, Chacon, Chaves, Chito, Cid, Cobilhos, Coché, Coelho, Collaço, Contreíras, Cordeiro, Corgenaga, Coronel, Corrêa, Cortei., Comjo, Costa, Coutinho, Couto, Covilhã, Crasto, Cruz, Cunha.

Damas, Daniel, Datto, Delgado, Devei, Diamante, Dias, Diniz, Dionísio, Dique, Déria, Dona, Dourado, Drago, Duarte, Duraes.

Eliate, Escobar, Espadilha, Espinhoza, Espinoza, Esteves, Évora. Faísca, Falcào, Faria, Farinha, Faro, Farto, Fatexa, Febos, Feijão, Feijó, Fernandes, Ferrão, Ferraz, Ferreira, Ferro, Fialho, Fidalgo, Figueira, Figueiredo, Figueiró, Figuieiroa, Flores, Fogaça, Fonseca, Fontes, Forro, Fraga, Fragozo, França, Frances, Francisco, Franco, Freire, Freitas, Froes, Frois, Furtado.

Gabriel, Gago, Galante, Galego, Galeno, GalIo, Galvào, Gama, Gamboa, Gançoso, Ganso, Garcia, Gasto, Gavilão, Gi], Godirtho, Godins,Goes, Gomes, Gonçalves, Gouvea, Gracia, Gradis, Gramacho, Guadalupe, Guedes, Gueybara, Gueyros, Guerra, Guerreiro, Gusniao, Guterres.

Henriques, Homem.

Idanha, Lscol, Isidro.

Jordâo, Jorge, Jnbim, Julião.

Lafaia, Lago, Laguna, Lmy, Lara, Lassa, Leal, Leão, Ledcsma, Leitão, Leite, Lemos, Lima, Liz, Lobo, Lodesma, Lopes, Loução, Loureiro, Lourenço, Louzada , Louzano, Lucena, Luíz, Lima, Luzarte.

Macedo, Machado, Machuca, Madeira, Madureira, Magalhães, Maia, Maioral, Maj, Maldonado, Malheiro, Manem, Manganés, Manhanas, Manoel, Manzona, Marçal, Marques, Martins, Mascarenhas, Mattos, Matoso, Medalha, Meddros, Medina, Melão, MeIlo, Mendanha, Mondes, Mendonça, Menezes, Mesquita, Mezas, Miffio, Miles, Miranda, Moeda, Mogadouro, Mogo, Molina, Mot,forte, Monguinho, Moniz, Monsanto, Montearroyo, Monteiro, Montes, Montezinhos, Moraes, Morales, Morão, Morato, Moreas, Moreira, Moreno, Motta, Moura, Mouzinho, Munhoz.

Nabo, Na gera, Navarro, Negrão, Neves, Nicolao, Nobre, Nogueira, Noronha, Novaes, Mines.

Oliva, Olivares, Oliveira, Oróbio.

Pacham, Pachão, Paixão, Pacheco, Paes, Paiva, Palancho, Palhano. Pantoja, Pardo, Paredes, Parra, Páscoa, Passos, Paz, Pedrozo, Pegado,Peinado, Penalvo, Penha, Penso, Penteado, Peralta, Perdigão, Pereira,Peres, Pessoa, Pestana, Picanço, Pilar, Pimentel, Pina, Pineda, Pinhâo,Pinheiro, Pinto, Pires, Pisco, Pissarro, Piteyra, Pizarro, Pomheiro, Ponte, Porto, Pouzado, Prado, Preto, Proença.

Quadros, Quaresma, Queiroz, Quental.

Rabelo, Rabocha, Raphael, Ramalho, Ramires, Ramos, Rangel, Raposo, Rasquete, Rehello, Rego, Reis, Rezende, Ribeiro, Rios, Robles, Rocha, Rodrigues, Roldão, Romào, Romeiro, Rosário, Rosa, Rosas, Rosado, Ruivo, Ruiz.

Sá, Salvador,Samora, Sampaio, Samuda, Sanches, Sandoval, Santarém, Santiago, Santos, Saraiva, Sarilho, Saro, Sarzedas, Seixas, Sena, Semedo, Sequeira, Seralvo, Serpa , Serqueira, Serra, Serrano, Serrâo, Sorveira, Silva, Silveira, Simào, Simões, Siqueira, Soares, Sodenha, Sodré, Soeyro, Sola, Solis, Sondo, Soutto-Mayor, Souza.

Tagarro, Tareu, Tavares, Taveira, Teixeira, Telles, Thomás, Toloza, Torres, Torrones, Tola, Tourinho, Tovar, Trigillos, Trigueiros, Trindade.

Uchfla.

Valladolid, Valle, Valença, Valente, Vareja, Vargas, Vasconcellos, Vasques, Vaz Veiga, Velasco, Vellez, Velho, Vcloso, Vergueiro, Vianna, Vicente,Viegas,Vieira,Vigo, Vilhalva,Vilhegas, Vill,ena, Villa, Villalão, Villa-Lobos, Villanova, Villar, Villa-Real, VilIella, Vizeu. Xavier, Ximenes.

Zuriaga.

Segundo Flávio Mendes Carvalho, as recentes interpretações históricas e sociológicas sobre a Inquisição valorizam aspectos não religiosos e levantam novas questões. Por exemplo: até que ponto os condenados seriam meras vítimas de interesses econômicos, de lulas de classe e manobras políticas? E até que ponto a heresia judaica foi uma justificativa manipulada pela igreja para enfraquecer e avassalar Estados? E ainda, até que ponto estas perseguições satisfaziam às aspirações de uma decadente nobreza feudal na luta contra uma emergente e ativa burguesia, na disputa pelo poder econômico e político, se nos dois lados existiam judeus, se viviam em plena simbiose econômica e política e se as novas colônias abriam, a ambos, riquezas insondáveis? intérprete da inquisição enquanto instituição movida pelo fanatismo religioso católico, Carvalho argumenta: “Se não valorizarmos os aspectos essencialmente religiosos, como explicar que os milhares de judeus encarcerados, humilhados, condenados e executados, mesmo sendo paupérrimos - como os inventários de seus bens comprovam - e que ocupando posições sociais humildes e miseráveis - como constam das qualificações das listas dos autos-da-fé e de seus processos - podessem motivar a igreja a persegui-los?'

“Vínculos do Fogo”

Outro livro importante lançado em 1992 foi vínculos do Fogo (volume 1), do jornalista Alberto flínes, que aborda a vida e a morte do dramaturgo Antônio José da Silva e outras histórias da Inquisição em Portugal e no Brasil. A formação não acadêmica do autor determina seu estilo inovador na maneira de condu2ir a narrativa do protagonista da obra publicada com apoio da Fundação Safra.

OS JUDEUS FORAM NOSSOS AVÓS
Certamente, os judeus foram os avós de grande parte dos brasileiros, como também, os africanos e os índios e, ainda, portugueses e espanhóis,

Portugueses e Espanhóis chegaram ao Brasil logo depois da descoberta, já convertidos, mas, judaizantes.

Esse fato é comprovado nos documentos do Santo Ofício que esteve no Brasil. Foram muitos judeus convertidos que vieram, tantos que povoaram o país com seus descendentes.

Judaizavam sim, embora de um modo um tanto diferente, pois tinham de ocultar o fato e também não tinham rabinos e nem contato com judeus de outros lugares, existe uma diferença entre o Cristão Novo e o Marrano.

O Cristão Novo com o tempo esqueceu sua origem e já não lembrava a razão nem a origem de suas práticas que eram visivelmente judaicas.

Os Marranos guardaram em seus lares muito às escondidas a prática do judaísmo, foram uma minoria judaica plenamente consciente mesmo sendo oculta.

Nossa pesquisa não visa diretamente o assunto religião. Visa a genealogia do brasileiro de modo geral descendente de judeus, Cristãos Novos e Marranos, que ao correr do tempo além da conversão tomaram-se assimilados totalmente.

Acontecia que, desde o descobrimento até o final da Inquisição, os judeus não podiam e não eram identificados como judeus, eram Cristãos Novos.

Primeiramente os judeus foram expulsos da Espanha em 1492 (Pastor Poleto aí que entra os LOPES), e fugiram para Portugal. Logo, foram obrigados a conversão por ordem do Rei Dom Manoel, conversão para todos os judeus ao catolicismo.

No Brasil a povoação mais antiga de Cristãos Novos que se conhece pela história foi São Vicente. Estes judeus foram os primeiros componentes da população branca no Brasil.

Os primeiros navios que aqui chegavam traziam na grande maioria judeus e degredados.

Com o crescimento do cristianismo e junto com ele a idéia de que o povo judeu rejeitou e matou Jesus, começaram as perseguições na Península Ibérica provocando a dispersão dos judeus pelo mundo.

Chegaram os judeus a Espanha e Portugal entre os anos de 900 e 1200 da era atual. Iniciaram então a difusão de sua cultura.

Salomão Ibn Gabirol, Hasdai ibn Shaprut, Abraão bem Ezra, Maiamónides e muitos, outros foram os grandes sábios da época.

Naquele tempo, só os nobres sabiam ler e escrever o que também era praticado nos mosteiros. Ler e escrever eram coisa de uma pequena minoria em geral constituída por judeus.
Os judeus eruditos ocupavam cargos elevados e isso aborrecia os cristãos locais, que, os julgavam assassinos de Cristo. Os judeus estavam em evidência na medicina, economia finanças, literatura, astronomia, cartografia e outras ciências.

O Bispo de Lisboa, Dom Soeiro sentiu-se incomodado com o fato e enviou ao Papa denúncia do que ocorria era o Papa Gregório IX no ano de 1227 a 1241.

Dizia o documento do Bispo: “...Na diocese de Lisboa as funções públicas são dadas de preferência aos judeus, com opróbrio dos cristãos e com escândalo de muita gente”.

O caso do judeu tomar-se mais culto ou mesmo desenvolver melhor sua inteligência pode até ser atribuído à discriminação. Os judeus perseguidos, discriminados assassinados durante milênio, viram-se obrigados a uma espécie de seleção cultural e a um continuo trabalho de habilidade mental para sobreviver.

A diferença de caráter religioso os colocava em situação difícil onde quer que estivessem.

Eram obrigados a fingir para não serem discriminados, e de certa forma tormaram-se um povo separado.

O judeu convertido à força em Portugal foi chamado Cristão Novo, pois o Cristão que não tinha raízes judaicas era “o velho”. Essa divisão não serviu para muita coisa visto que, o convertido continuava judeu para os Cristãos Velhos e traidor para o seu povo.

A expulsão dos judeus da Espanha começou em 1391.

A cronologia histórica mostra os fatos e datas.

1478 - A Rainha Isabel pede ao Papa a instalação da Inquisição o pedido foi atendido.

1481- Instala-se o Santo Ofício em Sevilha. Para Começar as primeiras vítimas são os judeus “Hereges assassinos de e Cristo”

1483 - É dado ao Frei Tomaz de Torquemada o titulo e o poder de Inquisidor geral.

1484 - Tomaz de Torquemada aia oficialmente as leis que iriam reger as ações do Tribunal do Santo Ofício e que vigoraram por muitos anos.

1487-O Santo Ofício é instalado em Barcelona.

1492 - Época do descobrimento da América é assinado o Decreto de Expulsão dos judeus de Castela, Aragão e Carde a em 31 de março.

02 de agosto - Último dia dado para a permanência dos judeus em Aragão e Castela.

03 de agosto - coincidência evidente da data da partida de Cristóvão Colombo.

Note-se que muitos dos que apoiaram Colombo eram judeus bem como muitos dos seus Tripulantes, recentemente conversos.

A família Abravanel e outras famílias judias ricas contribuíram Financeiramente de maneira significativa para a viagem de Colombo.

Sabe-se que o apoio e o dinheiro dado a Colombo pelo rei da Espanha não era suficiente para cobrir o empreendimento.

12 de outubro - Colombo chega ao Novo Continente.

1497- Expulsão dos Judeus de Portugal, conversão forçada. Então diante dos acontecimentos surge uma grande interrogação ainda sem resposta: - A viagem de Colombo teria sido uma espécie “de fuga”, uma maneira de salvar vidas judaicas, ou uma aventura consciente visando o descobrimento de novas terras?

Seus cartógrafos e navegadores eram judeus ria maioria e conheciam bem as rotas marinhas e arte de traçar mapas.

Colombo que hoje alguns historiadores apontam como sendo de origem judaica, teria Vindo somente em busca de terras ou também por causa mais secreta, um judaísmo oculto nas escalas de sua viagem?

Depois veio a descoberta do Brasil e os judeus chegaram já com nomes portugueses.
Com referência aos nossos avôs judeus, embora não haja uma estatística exata afirmam os historiadores que de cada três portugueses que chegaram logo após o descobrimento um era judeu.

Podemos citar alguns dos primeiros, Gaspar da Gama que veio com Cabral, Caramun. João Ramalho, Francisco Chaves, Fernando de Noronha todos Cristãos Novos.

Também vieram nos primeiros anos os Rodrigues, Álvares, Mendes, Miranda, Dias, Gemes, Pereira, Nunes, Oliveira, Antunes, Pinto, Fonseca, Coelho e tantos de ascendência judaica, dando inicio à população nordestina do Brasil e que se assimilaram unindo-se aos Cristãos Velhos.

Existem ainda hoje na população do Norte brasileiro, costumes que um observador atento reconhece logo como hábitos antigos judaicos.

Nomes Dados aos Cristãos Novos

Nomes e sobrenomes constituem um estudo fascinante sobre origem dos Cristãos Novos. É difícil uma identificação positiva.

Citamos como exemplo “Lucena” usado como sobrenome.

No século XIV os judeus não usaram nomes hebraicos ou sobrenomes que os distinguissem das demais pessoas.

Existe uma lista de nomes e sobrenomes dos anos de 1293 até 1383, feita por Maria José Pimenta Ferro. Contém 63 nomes de judeus e suas profissões. Destes 52 tem pré-nomes do Velho Testamento. Esta lista foi publicada em 1984.

Pré-Nomes
Isac ..... 12
José..... 10
Abrão..... 09
Jacob........06
David........ 05
Judas....... 04
Moisés..... 02
Seleima....... 01
Salomão......01
Samuel...... 01
Levy........... 01


A partir de 1497 os judeus convertidos não tinham nomes do Velho Testamento como, Manuel, João, Simão, Pedro, Felipe, Isabel, Ana, José, Mateus, Maria e outros.

A população branca do Nordeste brasileiro apresenta o maior índice de nomes hebraicos, eram de Cristãos que tiveram pequeno número de ascendentes negros ou indígenas. O fato é explicado pela ascendência portuguesa na maior parte de judeus e Cristãos Novos.

Quando os sobrenomes são apontados na Catalunhia os Duram.

Em Portugal, Franco, Amigo, Querido, Dormido, Calado, Gatão, Rico, Vizinho, Negro, Preto, Gago, Dourado, Crespo, Crescente, Caldeirão e Amador. Todos estes nomes constam nos livros da Chancelaria por serviços prestados a Coroa.

Também, Toledano, Navarro, de Leão, Francês, Lucena, Medina, Galego, Sarfate, Barcelone, Saragosse, Servilhano, Catalão e Cuellar.

Existem também os declaradamente judaicos.

Cohen, Ben, Atar, Abe, Gaday e Guedelha que se transformou em Gadelha, Benara, Benaro, Daiam e Abravanel.

A Série de nomes é muita extensa não podemos citar todos.

Estas primeiras listas foram colhidas em escritos do historiador Alberto Dines.

Iria Gonçalves relaciona alguns do século XV.

Alencar, Alcaçovas, Arfandarim, Alvarinho, Maqueiro, Reino, Bolhos, Cachiche, Catalão, FAZÃO Franco, Gabai, [abranda, Leiria, Ludel, Montenor, Namías, Navarro, Palacano, Pardo, PINTO, Polegar, Pratas, Rafria, Romão, Romeiro! Ruivo, Somaria, Samarigo, Trafão, Vaca, (alencin, Xavi, Zaboca e Zemeiro.

Nos documentos da inquisição encontramos entre os condenados mais freqüentes o seguinte:

Rodrigues 453 pessoas
Nunes 229 pessoas
Mendes 224 pessoas
Lopes 282 pessoas
Miranda 190 pessoas
Gemes 184 pessoas
Henriques 174 pessoas
Costa 138 pessoas
Fernandes 132 pessoas
Pereira 124 pessoas
Dias 124 pessoas




Existem outros menos citados: Mesquita, Paz Fonseca, Maia, Uchóa, Pinto! Rego! Bravo, Barros e Sanchez.

Supõe-se que Abreu seja uma variante de hebreu, Brito de BriI Millá, Barros de Baruch e Santos de Shem Tov.

No nordeste viveram os Almeida. os Albuquerque e Dutra na Paraíba.

Os Oliveira! os Batistas, Santos, Azevedo e Cunha também chegaram ao Nordeste brasileiro nos primeiros tempos do descobrimento.

Em Pernambuco viveram os de Sá ” descendentes de Duarte de Sá”.

Os Souza viveram no Ceará em Canindé em Riacho de Sangue.

A família Pitangueira viveu em Pernambuco e Figueira Valadares na Bahia.

Não é nessa meta nomear todos os Cristãos Novos que povoaram o Brasil.

Citamos apenas alguns nomes e sobrenomes que ainda existem em quantidade nas famílias brasileiras.

A BÍBLIA NO BRASIL COLONIAL

No Brasil Colonial, a Bíblia e sua leitura, foram proibidas pela Igreja no começo da colonização. A Igreja Católica não desejava que ela chegasse até o leigo. Isso começou em :29 no Concilio de Valença onde a Bíblia foi proibida, “Proibimos também que os leigos possuírem livros do Velho e do Novo Testamento...”.

O Concílio de Trento confirmou o decreto e proibiu a leitura das Escrituras por qualquer rente da Igreja a não ser com permissão de seu superior.

Ainda em 1715 a Bíblia continuava com a proibição.

Estas proibições foram ignoradas pelos Marranos que continuaram a judaizar as escondidas em seus lares.

A censura e a leitura da Bíblia foram algumas das principais tarefas da Inquisição, no Brasil, Espanha, Portugal e nas Colônias, o que não impedia o tráfico continuo do Livro.

Aconteceu que os Holandeses durante o seu domínio em terras brasileiras, liberaram totalmente o uso da Bíblia no nordeste.

Nessa época os Cristãos Novos puderam praticar sua fé livremente.

A primeira sinagoga da América do Sul teve o primeiro Rabino no Brasil, Isaac Aboab da Fonseca.

Hoje o patrimônio do Governo de Pernambuco e Entidades Judaicas estão recuperando antiga sinagoga.

A Bíblia que os holandeses trouxeram foi a de Ferrara, a primeira traduzida do hebraico para o espanhol, impressa em Ferrara na Itália em março de 1553 e depois novamente impressa em Amsterdã.

A exportação do Livro para o Brasil era proibida e só em 1850 o pais teve livre acesso Livro Sagrado.


Os Livros de humanidades de Plutarco, Terencio, Horácio, Marcial e Ovídio também eram Livros Proibidos.

“E Eu os espalharei entre as nações...Eu vos reunirei dentre as nações e trarei para a vossa terra”. (Ezequel 36:19;24)

Fonte: Os Marranos ANOS E DIÁSPORA SEFARDITA
HELIO DANIEL CORDEIRO
http://www.beitfilah.org/estudos/raizes_hebraica.htm
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FONTE:
http://gen-es.ning.com/profiles/blogs/raizes-hebraicas-nome-de

sábado, 1 de maio de 2010

Feriado

Esta postagem foi escrita ontem e programada para ser publicada hoje, quando nem ligarei o pc,,
Tudo pára hoje,,inclusive os pásssaros ou átomos ou aviões